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A MULHER QUE ESCREVE


"Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais"  (Paulinho Moska)

Ouvi no rádio a música acima. Fiquei com alguns versos na cabeça. A frase "e pouco eu não quero mais"  martelou na minha cabeça. Precisava achar a canção e com uma oração virtual ao santo Google achei a música. Peço licença ao autor, Paulinho Moska, para deixar aqui no blog o refrão. Em vermelho. Letras grandes, gritantes. Adorei o "e pouco é um pouco demais"...

Estou num tempo da vida em que não vou mais aceitar pouco. Isso porque hoje eu SEI do que sou capaz. Sou MUITO capaz. E o pouco não me basta, não me serve, é uma roupa de bebê para um corpo de mulher de 45 anos. Corpo (e alma) bem tratado, diga-se de passagem. Pouco eu não quero mais de jeito nenhum. Em aspecto algum da vida. Já aceitei pouquinho? Sim. Pequenas misérias, trocos miúdos de algumas pessoas, de alguns trabalhos, e especialmente já aceitei pouco de mim mesma. Quando me obriguei a fazer coisas sem paixão, sem tesão, sem ânima, estava aceitando esmolas ou estava me dando esmolas. Mas, hoje, dia 3 de dezembro (aniversário de um querido, muito querido, amigo de infância, Toni Brandão (parabéns, Toni!!), deixo aqui, por escrito, como um documento juramentado ou um contrato assinado e de firma reconhecida: POUCO EU NÃO QUERO MAIS.

Começo hoje mesmo. Tesoura na mão direita, machadinho na esquerda. Vou cortar o pouco. Tirar suas raízes. Mandar queimar. Afinal, o pouco é tão pouco mesmo que nem vai me dar tanto trabalho assim. Talvez uns petelecos e pronto. Terreno limpo. Porque hoje, neste final de ano de 2010, tenho os olhos cheios de "muito". São muitos os planos e todos serão colocados em prática. Sem tempo pra esperar. Já foi esperado muito. E a esta altura só um pouco terá lugar na minha vida: pouca paciência com quem machuca os outros, com quem não sabe e nem quer aprender a viver bem, em paz, com situações negativas, que se alimentam da tristeza dos outros. Chega!! E pra terminar, mais uma canção. Esta mais antiga, do tempo da minha adolescência. Com um pedido de licença aos autores (Kleiton e Kledir) aqui vai: "Deu pra ti
Baixo astral
Vou pra Porto Alegre
Tchau!"   

 

(leia também: http://eraumavez-anacardilho.blogspot.com )



Escrito por ANA CARDILHO às 11h21
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PAIXÃO MATINAL

Dia lindo. Sou a pessoa mais feliz do mundo. Tenho, ao meu lado, meu amor de todo dia e... sempre. Têm manhãs assim: acordo apaixonada, meio babando demais. E vejo tudo luminoso, como se nada pudesse tirar o brilho do dia, a alegria que chega com o café na mão e promete passar o dia. Coisas do coração...

 



Escrito por ANA CARDILHO às 08h44
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